terça-feira, 22 de julho de 2008

Sauternes.


Esta obra, nós a compusemos, quando estávamos numa audição de "A Sagração da Primavera", de Igor Stravinsky, em Belford Roxo. Tomávamos um Sauternes.

 

5 comentários:

algupagu disse...

acho que faltou um pouco de sombra ali, ó.

Anônimo disse...

Intriga da oposição!

Anônimo disse...

Pois acredito que num céu nublado a projeção prismática da luz sobre a concentração de água na atmosfera proporciona a difusão irregular e enfraquecida da iluminação, explicando a aparente ausência de sombras... (isso sem contar a irregularidade de um solo gramado, onde qualquer sobra poderia muito bem estar presente, mas pelo ângulo da câmera ela acabou não sendo captada). Além disso, fofolete pecou ao não perceber a retratação do imediatismo contingente, onde as noções de interioridade e exterioridade são esmagadas pela liberdade do sujeito desenraizado de suas amarras essencialistas! É de uma poesia ímpar! Lindo de viver!

algupagu disse...

mas faltou sombra. ali ó, no layer.

algupagu disse...

e não atingiu o target.